quarta-feira, 2 de dezembro de 2009




" Louco: (adj.) Afetado por um alto grau de independência intelectual "
( Ambrose Bierce )
Quando todo o sal é tirado do mar
Eu perdi meu trono
Estou nu e sangrando
Mas quando você aponta seu dedo tão selvagemente
Existe alguém pra acreditar em mim?
Para ouvir meu apelo e cuidar de mim?
Como posso continuar
Dia após dia
Quem pode me fortalecer em todos os sentidos
Onde posso estar seguro?
A onde pertenço?
Nesse enorme mundo de tristeza
Como posso esquecer
Aqueles lindos sonhos que compartilhamos
Eles estão perdidos e não consigo acha-los
Como posso continuar?
As vezes eu tremo no escuro
Não consigo ver
Quando as pessoas me assustam
Tento me esconder longe da multidão
Tem alguém aí pra me confortar
Deus...cuide de mim
Como posso continuar
Dia após dia
Quem pode me fortalecer em todos os sentidos
Onde posso estar seguro?
A onde pertenço?
Nesse enorme mundo de tristeza
Como posso esquecer
Aqueles lindos sonhos que compartilhamos
Eles estão perdidos e não consigo acha-los
Como posso continuar?Como posso continuar?


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Antes ser sapo




Eita guerra interminável, quando e como será que vai acabar hein gente? Acho que não tem mais jeito. O tráfico de drogas nesse país tropical e abençoado por Deus é uma bola de neve no infinito, seus comandantes estão ultrapassando o limite da ousadia, agora derrubam até helicóptero, qual será a próxima façanha?É por isso que eu queria ter nascido sapo, esses bichinhos tem uma vida boa danada. Olha só o que achei em meus livros de poesia:


O Sapo


Se gente soubesse coaxar eu ia conversar com sapo


-Olá Sapo!


-Olá Gente!


-Como vai sapo?


-Muito bem, gente!


-Conta tua história sapo



Ele daria uma coaxada, engoliria uma babinha, e diria:


Sou sapo, marido da sapa


Sou sapo pq meu pai era sapo


E minha mãe era sapa


Se meu pai fosse capim, eu também era capim


É....mas capim não é bom não


Capim boi come e burro também é muito melhor ser sapo.



Tenho olho botucudo e barriga barriguda ( à minha custa )


A sapa, sabe? E muito mais que eu


Por causa das saparias que tem dentro dela


Fui eu sabe?


Moro lá na lagoa, no meio do capim


A sapa vive à toa, sempre junto de mim


Ué! Rimou.


E daí?


Pensa que sapo não pode ser poeta?



De dia o sapo dorme, e como sou sapo, durmo o dia todo


Não gosto de sol, só apanho um solzinho que furo entre as folhas


Nem é sol, é respingo de sol


Sol filhote.


Bolinhas de luz.


Acho que é por isso que sapo é pintado.



De noite, quando o sol vai dormir, eu acordo.


Papo todo o mosquito


todo inseto eu papo.


Vagalume é tão bobo que ainda acende a luz


como se eu não o visse no escuro.



quanfo eu enjôo da papação, bato papo, bato papo, bato papo com a minha sapa


Ah.......... é tão bom ser sapo..........



Sapo pintado na beira do lago


Se gente soubesse coaxar


Eu diria bem baixinho


na tua orelhinha de sapo:


-Eu te invejo sabe sapo?



É isso aí gente. Agora não há dúvidas entre ser gente e sapo.Só pq é feinho............



quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Foi só mais 1.


Minha gente, esse foi mais um ensaio de Gerônimo, quantos amigos eu já apresentei à esse movimento de pluralidade cultural. Essa foi a primeira vez de Ange, Kátia e Maevi, segundo elas, nunca mais deixarão de frequentar. Esperamos mesmo que o Projeto não acabe igual à muitos que hoje só ficam em nossa memória.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Queridos,

Esse mês tá sendo maravilhosos pra mim, estou comemorando meu aniversário, que foi no dia 16/09, as comemorações se estenderão até o dia 30. Juntei vários amigos, até pessoas que eu não conhecia tornaram-se meus amigos. Visitei vários lugares, com pessoas especiais demais pra minha vida. Estou apaixonadíssima, eita pessoa maravilhosa que Deus colocou em meu caminho, não foi à toa, tivemos um contexto muito interessante.Estou empolgadíssima com esse "meu mês" e espero continuar comemorando.

No Colo de Dai

Fiz um calo no colo de Dai
e ela calada, colada
me acaricia
terna,
calmamente,
maternalmente.


Quando mudo, o amor
é tátil.
Daí, Tatinha
Que estes versos sejam dedos
Para ti acarinhar, Dai,
Pela ternura que tanto me deste
E, com dedos invisíveis ainda me dás.

Ronaldo Ribeiro Jacobina