sábado, 20 de março de 2010

Homens.........uma merda só

Não consigo entender a cara de pau dos homens........Dizem que não vivem sem as mulheres, isso mesmo, sem "as mulheres"........Quando querem conquistar mudam até de operadora de celular pra poder falar 300 milhões de vezes por dia, a pardir daí a vítima já começa a se acostumar com as ligações 24 hs, a orelha vive vermelha, esquecem dos amigos e da família, metade do salário é de presentes e flores...........

ATENÇÃO MULHER!!!! CUIDADO!!!! Isso tudo é preparativo para dar o bote. Passado algum tempo, depois de chamar a vítima de " a mulher mais linda do mundo " vixe........... não guentam ver uma bunda passar, começam a se distanciar pra atender ligações, procuram os amigos pra sair novamente. Eles são tão retados, que só fazem isso depois de cativar a família inteira da vítima. De repente.........a bomba...... Corno, corno, muito corno, tem uns idiotas que até batem nas vítimas. O que mais me revolta é que a otária ainda vem com esse papo de que o homem é assim devido ao seu contexto familiar "Ele era muito mimado quando criança " , " Tadinho os pais batiam tanto nele por isso que é assim. Tenho pena."

kkkkkkkkkkkk Meus Deus, quanta mulher otária nesse mundo!!!!

Sai p lá !!!!!!!!!!!!!!!

As mulheres já estão aprendendo, tá na hora de mudar de estratégia. Bando de PATETAS.

quinta-feira, 18 de março de 2010

NOSSO GUARDA-ROUPA

" eu tenho um guarda-roupa que se chama eu, nele há só armaduras, você tem um guarda-roupa que se chama você, nele há só armaduras. quando eu abro o seu guarda-roupa com amor só encontro estrelas nuas. Aberto o meu com idêntico cuidado você só encontra nuvens. Nós temos um guarda-roupa , ou um céu estrelado ? "

Uma poesia de dona Sartíria que fala sobre superação de diferenças.

Cante lá que eu Canto Cá

"(...) Mas porém eu não invejo
O grande tesouro seu
Os livros do seu colejo
Onde você aprendeu.
Pra gente aqui sê poeta
E fazer rima compreta,
Não precisa professô
Basta vê no mês de maio,
Um poema em cada gaio
E um verso em cada fulô

Canto as fulôs e os abróio
Com toda coisa daqui.
Pro toda parte que eu óio
Vejo um verso se buli.
Se às vezes andando no vale
Atrás de curá meus mal
quero reparar pra serra,
Assim que eu óio pra cima,
Vejo um diluve de rima
Caindo inriba da terra. (...) "

( PATSTIVA DO ASSARÉ )