segunda-feira, 21 de setembro de 2009

No Colo de Dai

Fiz um calo no colo de Dai
e ela calada, colada
me acaricia
terna,
calmamente,
maternalmente.


Quando mudo, o amor
é tátil.
Daí, Tatinha
Que estes versos sejam dedos
Para ti acarinhar, Dai,
Pela ternura que tanto me deste
E, com dedos invisíveis ainda me dás.

Ronaldo Ribeiro Jacobina

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