quinta-feira, 10 de junho de 2010

Asociación Damas de Blanco. Mais um exemplo de luta pela liberdade.

Primavera de 2003, março. O governo de Cuba, ignorando os direitos humanos mais básicos, como é prática normal do regime, desencadeou uma onda brutal de repressão contra 75 cidadãos cujo único crime é pensar e dizer ao mundo o sofrimento que o país enfrenta. A rejeição foi internacional, mas aqui em Cuba, onde a incerteza violados os lares e as vidas de 75 famílias foram truncados, a resposta foi imediata. 75 mulheres, unidos pela dor, vestida de branco e só de porte de armas como um lírio em uma mão e a imagem dos homens presos na outra, começou seu calvário longo de uma luta desigual pela dignidade e justiça, que ainda continua. Nenhum grupo de oposição formado como não representando qualquer partido político ou a estrutura, apenas exigindo justiça. Foi sete anos e quase nada mudou. A relutância do regime para libertar os prisioneiros de consciência e parar de usá-los como moeda de barganha na sua política de pilhagem e de escambo está se tornando cada vez mais evidente, e os maus tratos e abusos às suas famílias, representadas no Damas de Branco cada vez mais freqüentes. Isto levanta a Associação Damas de Blanco "como um aliado nesta luta que diz respeito a todos nós, eo seu Presidente, a Sra. White A. C. Reyes, mulher do jornalista Raul Rivero, por sua experiência como fundador, sua dedicação pessoal e de trabalho no exílio (seus contatos pessoais com Václac Havel, Lech Walessa, Madeleine Albright, Luis Alberto Lacalle, C. Alberto Montaner, etc , foram determinantes para a atribuição do Prémio Sakharov para a Defesa dos Direitos Humanos concedido em 2005) é designado como representante das Damas de Branco na Europa. Eles, em Cuba, estão e estarão lá. Quanto tempo? Nós não sabemos. Cada vez mais agredida e sitiada, mas firme, pronto para revelar ao mundo os horrores da ditadura e garantia de uma Cuba livre e democrática. Damas de Blanco Associação acompanhá-los em sua luta e ser a sua voz na sociedade espanhola e da opinião pública internacional e, para isso, não pouparemos esforços. Obrigado novamente para Damas de Blanco e os que apoiam esta lição de dignidade e respeito.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

A CACHAÇA

A CACHAÇA
A PRIMEIRA QUEIMA A GOELA DESCE FORTE E VAI RASGANDO,A SEGUNDA REFESTELA DESCE FRESCA E DESLIZANDO.


DESDE OS TEMPOS DO IMPÉRIO QUE ELA É MUITO APRECIADA, POBRE “BEBE” SEM MISTÉRIO O RICO A “TOMA” VELADA.

NAS FESTAS DE “GENTE BOA”QUASE NÃO SE FALA NELA, MAS NA “MOITA” A TAL PATROA É CHEGADA NA “AMARELA”.

NÃO CONHEÇO UM BRASILEIRO, MESMO CHEIO DE CHILIQUE, QUE IGNORE O SANTO CHEIRO DE UMA PURA DE ALAMBIQUE.

TOME PURA OU COM RAIZ,O IMPORTANTE É O RITUAL DE PASSAR PELO NARIZ BENZA A DEUS E “DESCE O PAU”.

A DANADA SEMPRE AGRADA, SEJA PURA OU CAIPIRINHA DENTRE TODAS DESTILADAS, APRECIO A TAL BRANQUINHA.

O SABOR QUE ARDE E QUEIMA TEM AROMA ORIGINAL, E APESAR DE TANTA TEIMA É PREFERÊNCIA NACIONAL.

A LENDA DIZ QUE A PRIMEIRA FOI JESUS QUEM PRODUZIUO QUE ME REFORÇA A CRENÇADE QUE DEUS É DO BRASIL.

luiz angelo vilela tannus

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Conferências: nosso grito!

Essa semana aconteceu a Conferência Municipal de Saúde Mental , evento realizado graças aos esforços dos profissionais de saúde mental e principalmente dos usuários dos serviços, que lutam incenssantemente pelos seus direitos. Eu estava presente, é claro, dando apoio a comissão organizadora e posso afirmar que o evento foi desorganizado do início ao fim, mas é isso aí, na próxima quem sabe nos preparamos melhor.



Segue um comentário do nosso "amigo" Bonifácio da Hora Sobrinho:



Depois de um longo verão...
A Bahia da reforma psiquiátrica fervilha com as conferências municipais e a estadual de saúde mental. Num momento como esse cabe algumas elucubrações.



A primeira delas vem em forma de indagação: por que tantos anos para voltarmos a nos reunir? A que jogo de forças se deve atribuir esse considerável intervalo de tempo sem conferirmos a quantas anda a saúde mental em Salvador e na Bahia? O longo período sem refletir e questionar os trâmites que a saúde mental e a reforma estão tomando tem levado a situações burlescas, vexatórias, em que passam ao largo princípios básicos como ética e cuidado. Uma dessas situações diz respeito a um lamentável episódio que se deu no início do ano de 2010: o despejo do CAPS AD de Pernambués. Situação vergonhosa que colocou profissionais, usuários e todo o projeto terapêutico em condições abjetas. Isso poderia ter sido evitado? O que esse acontecimento diz da política de saúde mental municipal? Alguém da Secretaria Municipal de Saúde respondeu por esse fato?


Outra ocorrência, de há muito conhecida, diz respeito ao CAPS de Itapoan. Esse CAPS deveria ser objeto de estudo sócio-antropológico devido a sua intrigante e pouco acessível localização. Em se tratando de uma instituição que visa à inclusão, é no mínimo bizarro o local onde esse serviço funciona. Alguém da gestão municipal já esteve por lá?


E o tão alardeado CAPS III? Onde está?Alguém sabe? Alguém viu? O Aristides Novis figurou, durante certo período, como detentor do bastião de primeiro CAPS III de Salvador, foram contratados funcionários, reuniões foram feitas para discutir a mudança que deveria ocorrer na unidade, mas em que deu isso? O que fez esse projeto malograr? Salvador vai ter um CAPS III?
Os CAPS infantis, na Bahia, são em número de cinco para todo o estado. Salvador, cidade de três milhões de habitantes, possui dois. O que isso significa? Em Salvador, crianças não sofrem agravos psíquicos? O interior do estado não precisa de assistência em saúde mental infantil? O que pensa e diz o governo do estado sobre essa situação?



Não é possível não citar os “capscômios”. Verdadeiros manicômios reformados, de portas abertas, sem grades, sem projeto terapêutico, sem promover inclusão. È assustador ver um deles em funcionamento. Isso sem falar nos CAPS do interior do estado, vários atuando precariamente, oferecendo a população um serviço que, em muitos aspectos, deixa a desejar.
Atualmente, com a proximidade das eleições e sua conseqüente ingerência política partidária, começou a “dança das cadeiras”. Quem dorme coordenador de CAPS, não sabe se amanhece como tal. Não importa o trabalho que vinha fazendo, tampouco se quem chega para ocupar a “vaga” conhece de saúde mental. Os ideais precípuos da reforma, entre eles a escolha democrática da coordenação, parecem ter ido por “água abaixo”.



Os monumentos manicomiais: Hospital Mário Leal e Hospital Juliano Moreira, ambos sob a gestão do governo do Estado da Bahia, continuam a pleno vapor, sem nenhuma fresta de luz de mudança. Mantêm-se em seus lugares históricos de segregadores sociais e aviltadores de uma prática humanizada, não obstante as inúmeras denúncias que já foram publicamente feitas. Essas instituições nos indicam a direção, no mínimo anacrônica, que a política de saúde mental estadual tem tomado. Até quando senhores?


Será que os organizadores e participantes das conferências planejam abordar algum desses assuntos? Será que pelo menos um deles vai estar em pauta para discussão? Ou não se vai tocar nesses pontos? Talvez não sejam tópicos apropriados para grandes reuniões, quem sabe seja preferível a conversa ao “pé do ouvido” e fechar os olhos fazendo de conta que nada de mau acontece.


O tema eleito para as conferencias foi - Saúde Mental um Direito e Compromisso de Todos: Consolidar Avanços e Enfrentar Desafios – Políticas e Pactuação; Cuidado e Movimentos Sociais; Direitos Humanos e Cidadania – Desafios Éticos e Intersetoriais. Pode até parecer, para alguns, que os episódios relatados aqui sejam corriqueiros, coisa de pouca monta para se abordar em eventos dessa magnitude, mas se observarmos com atenção veremos que esses fatos dizem respeito à gestão, a política, ao cuidado, aos direitos humanos, a ética e a atenção em saúde mental a população. Quando esses desafios do cotidiano começarão a ser enfrentados? Quando esse conjunto de palavras que compõem o tema das conferencias deixará de ser quimera e passará a ação?


Sempre é bom lembrar que estamos em ano eleitoral e é interessante averiguarmos se os candidatos (seus séquitos e as idéias que os representam) dão a devida importância para a saúde mental. Os senhores, que ora lêem esse missivista, já prestaram atenção que saúde mental não aparece em propaganda eleitoral?

sábado, 20 de março de 2010

Homens.........uma merda só

Não consigo entender a cara de pau dos homens........Dizem que não vivem sem as mulheres, isso mesmo, sem "as mulheres"........Quando querem conquistar mudam até de operadora de celular pra poder falar 300 milhões de vezes por dia, a pardir daí a vítima já começa a se acostumar com as ligações 24 hs, a orelha vive vermelha, esquecem dos amigos e da família, metade do salário é de presentes e flores...........

ATENÇÃO MULHER!!!! CUIDADO!!!! Isso tudo é preparativo para dar o bote. Passado algum tempo, depois de chamar a vítima de " a mulher mais linda do mundo " vixe........... não guentam ver uma bunda passar, começam a se distanciar pra atender ligações, procuram os amigos pra sair novamente. Eles são tão retados, que só fazem isso depois de cativar a família inteira da vítima. De repente.........a bomba...... Corno, corno, muito corno, tem uns idiotas que até batem nas vítimas. O que mais me revolta é que a otária ainda vem com esse papo de que o homem é assim devido ao seu contexto familiar "Ele era muito mimado quando criança " , " Tadinho os pais batiam tanto nele por isso que é assim. Tenho pena."

kkkkkkkkkkkk Meus Deus, quanta mulher otária nesse mundo!!!!

Sai p lá !!!!!!!!!!!!!!!

As mulheres já estão aprendendo, tá na hora de mudar de estratégia. Bando de PATETAS.

quinta-feira, 18 de março de 2010

NOSSO GUARDA-ROUPA

" eu tenho um guarda-roupa que se chama eu, nele há só armaduras, você tem um guarda-roupa que se chama você, nele há só armaduras. quando eu abro o seu guarda-roupa com amor só encontro estrelas nuas. Aberto o meu com idêntico cuidado você só encontra nuvens. Nós temos um guarda-roupa , ou um céu estrelado ? "

Uma poesia de dona Sartíria que fala sobre superação de diferenças.

Cante lá que eu Canto Cá

"(...) Mas porém eu não invejo
O grande tesouro seu
Os livros do seu colejo
Onde você aprendeu.
Pra gente aqui sê poeta
E fazer rima compreta,
Não precisa professô
Basta vê no mês de maio,
Um poema em cada gaio
E um verso em cada fulô

Canto as fulôs e os abróio
Com toda coisa daqui.
Pro toda parte que eu óio
Vejo um verso se buli.
Se às vezes andando no vale
Atrás de curá meus mal
quero reparar pra serra,
Assim que eu óio pra cima,
Vejo um diluve de rima
Caindo inriba da terra. (...) "

( PATSTIVA DO ASSARÉ )

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009




" Louco: (adj.) Afetado por um alto grau de independência intelectual "
( Ambrose Bierce )
Quando todo o sal é tirado do mar
Eu perdi meu trono
Estou nu e sangrando
Mas quando você aponta seu dedo tão selvagemente
Existe alguém pra acreditar em mim?
Para ouvir meu apelo e cuidar de mim?
Como posso continuar
Dia após dia
Quem pode me fortalecer em todos os sentidos
Onde posso estar seguro?
A onde pertenço?
Nesse enorme mundo de tristeza
Como posso esquecer
Aqueles lindos sonhos que compartilhamos
Eles estão perdidos e não consigo acha-los
Como posso continuar?
As vezes eu tremo no escuro
Não consigo ver
Quando as pessoas me assustam
Tento me esconder longe da multidão
Tem alguém aí pra me confortar
Deus...cuide de mim
Como posso continuar
Dia após dia
Quem pode me fortalecer em todos os sentidos
Onde posso estar seguro?
A onde pertenço?
Nesse enorme mundo de tristeza
Como posso esquecer
Aqueles lindos sonhos que compartilhamos
Eles estão perdidos e não consigo acha-los
Como posso continuar?Como posso continuar?